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Demand 10 CS

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Altamente eficaz contra o carrapato-estrela, vetor da Febre Maculosa.


As principais vantagens de DEMAND 10 CS
Demand 10 CS é uma revolucionária e inovadora formulação piretróide microencapsulada, em suspensão aquosa, que promove maior controle de insetos, reunindo a eficiência e o efeito residual de uma formulação em pó molhável com a conveniência de um produto líquido, com melhor relação custo/benefício.

Alta tecnologia     Maior efeito residual      Maior segurança      Maior rendimento e economia

Carrapato-estrela x Febre Maculosa: o que você precisa saber.
A Febre Maculosa é uma grave doença infecciosa que quando não tratada pode evoluir para óbito. A transmissão ocorre durante o ato da picada por meio da saliva de carrapatos infectados pela bactéria Rickettsia rickettsii.
O período de incubação da doença é de 2 a 14 dias após o contato com o carrapato. Os sintomas iniciam-se com febre, dores musculares, dor de cabeça, náuseas e vômitos. Entre o 3º e o 4º dia podem aparecer manchas avermelhadas na pele, principalmente nos punhos, palmas das mãos, tornozelos e plantas dos pés. No estado avançado há diminuição da sensibilidade, confusão mental e coma profundo. O tratamento é baseado no uso de antibióticos sob prescrição médica.
No Brasil, o principal vetor da R. rickettsii é o carrapato-estrela (Amblyomma cajennense), porém Amblyomma aureolatum e A. dubitatum também são susceptíveis à infecção por essa bactéria. O homem é atacado principalmente por carrapatos nas fases de larva (micuins) e ninfa (carrapatinhos ou vermelhinhos).
De acordo com as Secretarias Estaduais de Saúde, no período de 1995 a 2006 foram registrados 504 casos de Febre Maculosa com 135 óbitos, distribuídos pelos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Santa Catarina (único Estado sem óbitos) com letalidade média de 27%. A doença é de notificação compulsória desde 2001.
O carrapato-estrela é considerado um dos maiores responsáveis pela manutenção da R. rickettsii na natureza, pela sobrevivência transestadial e por ser transmitida hereditariamente entre gerações sucessivas. Este mecanismo, porém, não é suficiente para sua perpetuação, uma vez que ela também é patogênica para os carrapatos. Existem evidências que alguns animais silvestres mantêm a bactéria na corrente sangüínea durante vários dias, contribuindo para garantir a infecção de carrapatos não infectados.
Os carrapatos da espécie A. cajennense alimentam-se principalmente de sangue e linfa e precisam de repastos em três hospedeiros durante o ciclo de vida.
Em qualquer uma das fases parasitárias, o carrapato-estrela pode atacar hospedeiros diferentes, como capivaras, gambás, cães, eqüinos, aves e inclusive o homem.
O controle do vetor é imprescindível para conter o avanço da Febre Maculosa, e algumas medidas podem ser adotadas visando o combate dos carrapatos de vida livre (no ambiente). Locais com intenso trânsito de hospedeiros devem ser sinalizados para evitar visitas de pessoas em áreas endêmicas.
Fontes de alimentação de hospedeiros devem ser suprimidas através de capina manual ou química. Tal modificação torna o ambiente pouco atrativo para seu principal hospedeiro, a capivara, e altera negativamente o microclima para a permanência de carrapatos no local. Ambientes com alta incidência de radiação solar e pouca umidade facilitam a desidratação de formas imaturas do carrapato-estrela.
Medidas preventivas de controle de carrapatos são recomendadas em locais que reúnem a maior parte dos indicadores apontados acima. Monitoramentos periódicos se fazem necessários para avaliar o grau de infestação de carrapatos e realizar seu controle.
Controle químico no ambiente é uma das medidas mais efetivas no manejo do carrapato-estrela.
Em 2004, pesquisadores da Superintendência do Controle de Endemias (SUCEN) e do Instituto Biólogico avaliaram a eficácia da Lambdacialotrina sobre A.cajennense e A. dubitatum coletados na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz - ESALQ/USP - e os resultados mostraram alta eficiência do produto.
O êxito nos resultados está relacionado à residualidade do produto e a um programa estratégico de três aplicações consecutivas, uma a cada 20 dias, que promove a remoção do estoque de carrapatos do local. Em ambientes com alta infestação, e freqüentemente visitados por capivaras, o número de intervenções químicas pode ser superior.
O resultado será mais duradouro na medida em que for impedido o acesso de hospedeiros infestados no local.
Outro fator que explica a alta eficiência do programa de controle do carrapato-estrela e seu efeito duradouro está relacionado com alguns aspectos intrínsecos da espécie: o de sua elevada exposição no meio ao subir ao ápice do substrato que lhe serve de apoio para parasitar hospedeiros e o fato dessa espécie possuir uma única geração por ano.
Em 2005, o pesquisador Carlos Alberto Perez iniciou um trabalho de controle de Amblyomma sp. no Campus da ESALQ/USP, foco com casos confirmados de Febre Maculosa. Os testes mostraram alta eficiência da Lambdacialotrina na dose de 15 g i.a./ha. O efeito residual do produto foi observado por até 27 dias após a aplicação, com mortalidade em torno de 95%.

Recomendação de uso:
para o controle efetivo do carrapato-estrela realizar três aplicações consecutivas de Demand 10 CS, uma a cada 20 dias, na diluição de 150 mL de Demand 10 CS em 100 a 500 L de água, e aplicar uniformemente nos locais e superfícies com presença dos carrapatos em uma área de 1 ha (10.000 m2). Usar o volume de calda necessário para uma melhor cobertura na vegetação (gramados, arbustos e jardins).
Esta recomendação é válida somente para o uso nos carrapatos na fase de vida no ambiente. Reaplicações são recomendadas quando for constatada a reinfestação dos ambientes

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