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Diabetes Canina, Felina e Equina

diabetes-em-animais-de-estimacao-1De repente, o pâncreas desacelera a produção de insulina. Então, o organismo do animal deixa de transformar em energia toda a comida da tigela. Parte vira glicose – que, sem insulina, fica dando sopa no sangue, fora das células. O bicho até continua devorando tudo o que o dono lhe oferece, mas só faz perder peso, bota a língua para fora, esbaforido, em qualquer caminhada à toa, não topa nenhuma brincadeira e vive sedento. São esses, aliás, os sinais do diabete nos cachorros, mal que vem se tornando uma das queixas mais frequentes nas clínicas veterinárias.

“No cenário moderno, os cães vivem mais tempo e praticam pouca atividade física. Está aí a justificativa: a idade avançada e o sedentarismo são os dois principais fatores para o aparecimento da doença”. E, segundo veterinários, há outro motivo para o salto no número de casos: “Hoje em dia as pessoas têm uma relação mais estreita e cuidadosa com seus animais de estimação. Desse modo, correm ao veterinário quando notam qualquer sinal errado, o que favorece uma maior quantidade de diagnósticos. Talvez, no passado, muitos cães morressem diabéticos sem que os donos fizessem a menor idéia”. É bem provável: esses cachorros viveram mal e morreram precocemente.

O diabete causa cegueira, qualquer machucado demora para se fechar, sem contar os estragos, muitas vezes fatais, que a doença faz nos rins e no coração.

Complicações assim só são evitadas se o bicho recebe injeções diárias de insulina. “As doses devem ser precisas e, a cada três meses, no máximo, precisamos fazer um acompanhamento minucioso do animal”. No mais, é cuidar bem da alimentação e estimular o bicho a se mexer todos os dias.

“Sem mudança nos hábitos, é praticamente impossível controlar o diabete”.

 

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Seguindo à risca essas recomendações, seu melhor amigo pode ter uma rotina normal e viver bem – e por muito tempo.

Sintomas do diabete em cães: sede excessiva, perda de peso, aumento de apetite e cansaço são os mais evidentes. E, se você nota que junta formiga sempre que o bicho urina no quintal, pode apostar que há açúcar ali no líquido. Esse é outro sinal.

Como diagnostica: até pouco tempo, no Nordeste não existia uma forma precisa de diagnosticar a Diabetes Canina, Felina ou Equina, mas devido à preocupação no assunto, a AVIPEC, trouce ao mercado do Nordeste uma solução para esse problema. O Aparelho desenvolvido pela MedLevensohn, o GLUCO CALEA, e o diagnostico ara Diabetes Canina, Felina e Equina mais moderno no mercado.

Raças mais vulneráveis: poodle, dachshund, schnauzer, beagle, golden retriever, labrador, spitz e samoieda – o que, atenção, não significa que as demais estejam a salvo. O diabete sempre é uma ameaça aos cães mais velhos, não importa a raça, e às fêmeas com problemas hormonais.

Tratamento: Aplicações de Canisulin, insulina veterinária excelente para tratamento de diabetes do seu Pet, desenvolvido pelo Laboratório MSD Saúde Animal, e o mais importante, sessões diárias de exercício. No caso das fêmeas, em geral elas são castradas para que seus hormônios não atrapalhem a ação da insulina injetável.

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