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Ministério da Saúde contesta a eficácia da vacina contra leishmaniose.
Em foco a sua saúde do seu animal de estimação proteja-se com Scalibor.
Ministério da Saúde contesta a eficácia da vacina contra leishmaniose Em novembro aconteceu uma audiência pública na Câmara dos Deputados, em Brasília, para discutir as medidas de controle da leishmaniose visceral. Durante o debate, o coordenador geral de doenças transmissíveis do Ministério da Saúde, José Ricardo Pio Marins, informou que nenhuma vacina atende aos critérios de segurança exigidos pelo governo brasileiro. “Até o momento, não temos comprovação de que há segurança no uso da vacina e que não vá haver transmissão para humanos a partir de cães vacinados”, afirmou. O Ministério da Saúde também informou que não foi consultado sobre o registro da vacina pelo Ministério da Agricultura e que o mesmo pode ser cancelado caso sua segurança não seja confirmada. Tanto Mandetta como o deputado Ricardo Tripoli questionaram a possibilidade de adoção em massa de coleiras impregnadas com deltametrina, princípio ativo repelente e inseticida recomendado pela Organização Mundial da Saúde como uma das ferramentas de controle da doença, conforme também sugeriu o Doutor em parasitologia pela Universidade de Minas Gerais, Vitor Ribeiro. Mandetta ressaltou que o uso das coleiras foi efetivo em mais de 100 mil cães, porém o governo está sendo muito exigente na questão das formas de proteção e não está utilizando o mesmo critério na eficácia da eutanásia. José Ricardo Pio Marins afirmou que o Ministério da Saúde estuda a viabilidade dessa medida. Atualmente, o Ministério da Saúde proíbe o tratamento de cães com leishmaniose com medicamentos para uso humano e determina o sacrifício desses animais. Em 2010, cerca de três mil pessoas foram infectadas com a doença.
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| Campanha “Diga não à Leishmaniose” ultrapassa fronteira e ganha força entre Médicos Veterinários
A Campanha nacional “Diga Não à Leishmaniose” começou com a união de diversos artistas e entre os que já aderiram à causa estão Hebe Camargo, Daniela Albuquerque, Flávia Noronha, Solange Frazão, Karin e Aline (ex-Rouge), e Nico Puig. Agora é a vez dos Médicos Veterinários de Ribeirão Preto, Franca e região do Morumbi, em São Paulo, se unirem para ajudar na conscientização da população e prevenção tanto dos cães quanto dos humanos.
Os cães dos veterinários serão encoleirados com a coleira impregnada com deltametrina a 4%, princípio ativo repelente e inseticida recomendado pela Organização Mundial de Saúde como uma das ferramentas de controle da Leishmaniose. A ação visa estimular os profissionais a aprofundarem seus conhecimentos sobre a doença e, em seguida, retransmitir as informações aos proprietários de cães. 
Você sabe como a leishmaniose é transmitida?
A leishmaniose visceral é transmitida para os cães e humanos por meio da picada de um mosquito contaminado, conhecido como “mosquito palha”. Diferentemente dos humanos, os cães positivos para a leishmaniose contaminam mosquitos sadios, mesmo sem apresentar sintomas.
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| Solange Frazão fotografa para a Campanha “Diga Não à Leishmaniose” Referência em saúde e beleza no Brasil, a apresentadora e educadora física, Solange Frazão, vestiu a camisa da Campanha Diga Não à Leishmaniose e posou para as lentes do renomado fotógrafo internacional de pets, Lionel Falcon, com o Grande Otelo, cão símbolo da campanha. “Ter saúde, qualidade de vida e bem-estar é tão importante para os seres humanos quanto para os animais. Para isso, é preciso se prevenir”, ressalta a ex-personal trainer. Novos artistas já estão agendando as fotos com seus cães para apoiar a causa! Aguarde novidades na próxima edição!
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| Cão é eutanasiado injustamente em Presidente Prudente Tudo começou em meados de 2010, quando o CCZ de Presidente Prudente coletou sangue dos três cães de Tatiana Dias, para exames de leishmaniose visceral. Como um deles havia sido vacinado há pouco tempo, ela explicou ao profissional que tinha receio de um resultado falso-positivo.Mesmo com o alerta, semanas depois o CCZ retornou com o oficial de justiça e um mandado de busca e apreensão, afirmando que o cão, vacinado, era portador da doença. Levaram-no para eutanásia, mesmo a proprietária apresentando toda a documentação necessária e laudos de quatro exames específicos com resultados negativos. “Entrei em processo judicial e, com o processo em andamento, fiquei sabendo por um link do jornal local, que o meu Pluto tinha sido eutanasiado”, Esse é o resumo da história da Tatiana Dias, moradora de Presidente Prudente, e o triste fim do seu cão Pluto, eutanasiado injustamente. Não deixe que seu animal faça parte desta estatística. Diga Não à Leishmaniose!
E você, já aderiu à causa? Fique de olho na sua saúde do seu animal de estimação! DIGA NÃO À LEISHMANIOSE!
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Conscientize-se, faça parte dessa campanha: DIGA NÃO À LEISHMANIOSE! Para saber mais, acesse: www.diganaoaleishmaniose.com.br Twitter: @noleishmaniose | Facebook: Diga não à Leishmaniose |
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